Arlindo Ozelo; 51 anos dedicados à doação de sangue Em Cordeirópolis

Cordeiropolense “da gema”, nascido na fazenda do Costa, Ozelo encerra ciclo de doações, aos 70 anos, com 51 anos ininterruptos dedicados à doação de sangue

Filho de Domingues Ozelo e Antonia Maria Pagotto Ozelo, pai de José Sérgio Ozelo e esposo de Isabel Cristina de Assis Ozelo. Este é o cordeiropolense Arlindo Ozelo que, dos 70 anos de idade, dedicou 51 para à doação de sangue.

Ozelo conta que começou aos 19 anos, com a Copa de 1970. Naquela semana o Brasil jogaria no México e, na oportunidade, a doação de sangue foi realizada na Santa Casa de Limeira, para um morador de Cascalho, que necessitava do auxílio. Apesar de não se lembrar exatamente para quem doou, afirma que depois daquele ano, ininterruptamente, contribui com a ação que ajuda a salvar vidas.

Por completar 70 anos, recomenda-se que o ciclo de doação chegasse ao fim, mas fica a sensação de dever cumprido. Durante todo esse processo, na grande maioria, foram duas doações por ano. “Contribuir com o próximo é sinônimo de vida, prosperidade e solidariedade”, disse.

Ozelo comenta ainda  “que antigamente, para realizar as doações, um grupo de pessoas se organizava com destino para a Santa Casa de Limeira, com transporte da Prefeitura, e a alegria tomava conta do trajeto”.

Além de várias passagens, Ozelo disse que está bem e, se precisar, estará na campanha do próximo sábado. “Eu vejo as placas pelas ruas, o pessoal do Rotary que passa a informação pelo rádio e meu coração acelera. Tenho vontade de contribuir, ajudar, me sinto bem com isso”, frisou.

Neste sábado, como acontece em Cordeirópolis, com organização do Rotary e da Secretaria de Saúde, mais uma campanha de doação que será realizada no Centro de Convivência do idoso, fãs 8h30 às 12h.

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